MENU

LOGIN

Notícias

07 March 2016

Governo quer medir a importância do turismo na economia

A secretária de Estado do Turismo anunciou a reactivação da conta satélite a partir do meio do ano, que estava suspensa desde 2010. Esta ferramenta estatística, que usa os métodos do Eurostat, vai medir a importância do turismo na economia do país. Em análise estão indicadores como os gastos dos turistas, não apenas em hotelaria mas também restauração, compras, transportes, participação em eventos culturais, visitas a museus, parques temáticos ou de diversão, etc. Numa conferência promovida pela Associação de Hotelaria de Portugal, esta quinta-feira, na Feira Internacional de Lisboa, Ana Mendes Godinho anunciou que o processo está em curso e defendeu ser preciso conhecer o sector com base em dados credíveis, que ajudem a tomar as melhores decisões. A União Europeia pretende que todos os países tenham uma conta satélite activa que possa mostrar como é que os turistas europeus se comportam dentro e fora dos países da união. O balanço apresentado pela Associação de Hotelaria de Portugal (AHP) revela melhorias para a hotelaria nacional em quase todos os indicadores, nomeadamente receitas e taxas de ocupação por quarto, embora sem atingir ainda os níveis de 2007, o melhor ano antes da crise. No entanto, a realidade é diferente consoantes as regiões, com Lisboa, Algarve e Sintra-Estoril a superar a média nacional e Viseu ou a região de Leiria/Fátima, abaixo. Para 2016 as perspectivas são animadoras, segundo o inquérito – Hotel Monitor - feito pela associação de hotelaria aos seus filiados. No Carnaval, a taxa de ocupação foi inferior à do ano passado, mas foi compensada com os preços mais altos. Para a Páscoa, os hoteleiros nacionais esperam mais turistas. A receita média e estadia média são os indicadores que não apresentam valores positivos. Preocupações que a secretária de Estado tomou, deixando desde logo o recado ao novo presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo. “Que tudo o que façamos seja no sentido de trabalhar para garantir que as pessoas conseguem chegar a Portugal, que conseguimos acrescentar valor a quem visita, aumentar os gastos dos turistas e as razões para que fiquem no país e garantam que a estada média sobe”. No ano passado os turistas ficaram nos hotéis em média 1,89 noites. A receita média gerada não apenas na dormida mas também nos outros serviços de hotelaria subiu para 105 euros/dias, mantém-se, contudo, abaixo dos 111 registados em 2007. O mercado interno garantiu cerca de 30% dos turistas para a hotelaria. A nível internacional, Reino Unidos, Alemanha e Espanha estão no topo da procura.   in Rádio Renascença online, por Ana Carrilho

Ler mais
01 March 2016

Receitas totais do Grupo Altis aumentam 11% em 2015

O Grupo Altis Hotels aumentou as suas receitas totais no ano passado em 11% face ao ano anterior, para 25 milhões de euros, registando também nos resultados operacionais um aumento de 14%, para nove milhões de euros. A unidade com melhor desempenho foi o Altis Grand Hotel, com um aumento de 19% nas vendas, que o grupo assume ter sido resultado "da aposta no mercado de MI - Meeting & Incentives e no grande investimento na renovação das salas e serviços associados". Estes são também os motivos indicados pelo grupo para o aumento de 22% do RevPAR. O grupo destaca ainda o aumento de 16% dos resultados operacionais do Altis Prime em 2015. O presidente do Conselho de Administração do Grupo, Raul Martins, prevê este ano alcançar os 30 milhões de euros de volume de vendas e os 11 milhões de euros de resultados operacionais. "No que toca à venda de apartamentos do Altis Prime", Raul Martins acrescenta que 65% dos 78 apartamentos já foram vendidos "e contamos vender os restantes até final do ano".

Ler mais
26 February 2016

HOTÉIS CHEIOS? SIM PARA A RYANAIR, NÃO PARA OS HOTELEIROS

A Ryanair aconselha os turistas interessados em viajar para Portugal a fazerem as suas reservas até ao final de Fevereiro. Porquê? Há o risco de os hotéis nacionais venderem os últimos quartos disponíveis já em Março. O cenário foi traçado pelo director de marketing da companhia "low-cost", Kenny Jacobs.     Ao Negócios, a presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) descarta este cenário de hotéis cheios. Tendo em conta os dados disponíveis, "não confirmo que Julho e Agosto estejam cheios", explicou Cristina Siza Vieira.     in Jornal de Negócios

Ler mais
25 February 2016

AHP critica proposta do PCP para “suspender processos de licenciamento” de novas unidades hoteleiras

A AHP – Associação da Hotelaria de Portugal foi surpreendida pela iniciativa tomada pelo Partido Comunista Português na última reunião da Assembleia Municipal de Lisboa (dia 16 de fevereiro), que apresentou uma proposta de suspensão “dos processos de licenciamento de atividades de novas unidades hoteleiras e proceda a uma avaliação do impacto das existentes na qualidade de vida dos cidadãos e de quem visita a cidade”. Embora tal recomendação tenha sido chumbada, a AHP não pode deixar de intervir no debate, que está na ordem do dia, esclarecendo que a hotelaria não tem contribuído para qualquer degradação da qualidade de vida dos habitantes de Lisboa nem para o desenvolvimento insustentável da cidade, bem pelo contrário, e que seguramente haverá aqui uma confusão que está disponível para ajudar a esclarecer. Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, adianta: “Os hotéis instalados na cidade de Lisboa têm contribuído ativamente para a promoção do destino e para a economia nacional. São unidades que geram emprego e que contribuem para a dinamização das cidades. Propor uma suspensão de novas unidades hoteleiras é totalmente contrário ao desenvolvimento económico e social das cidades. Certamente que se está a confundir o licenciamento de unidades hoteleiras com o crescimento desmesurado de alojamento local e sem regulação. Este fenómeno sim, coloca em causa em causa o equilíbrio com os residentes em alguns bairros históricos da cidade. Neste sentido, a AHP tem vindo a alertar as diversas entidades e tem reunido com a Câmara Municipal de Lisboa, com as juntas de freguesia e com o Governo no sentido exigir a regulamentação necessária”. A responsável acrescenta: “É necessário por parte da autarquia o levantamento urgente do número de unidades de alojamento local. Aliás é um estudo que a CML se comprometeu a realizar para o qual a AHP contribuiu e cujos resultados se aguardam ainda. Recordo, também, que há muitas unidades nas plataformas online que não se encontram registadas, que pesam sobre a oferta de camas turísticas e é necessário fazer uma monitorização para que haja equilíbrio entre a habitação efetiva e o alojamento turístico que se faz a coberto de licenças de habitação. Adianto, ainda, que esta questão do alojamento local tem sido e continuará a ser tema da agenda da AHP e foi uma das preocupações demonstradas logo de início à atual Secretária de Estado do Turismo, a qual já se comprometeu avaliar e a proceder a ajustes ao Regime Jurídico do Alojamento Local. Esperamos que com a maior urgência sejam feitas as devidas alterações, para não continuar tudo no mesmo saco: habitação, blocos de apartamentos, quartos, hostels. Tudo a servir indistintamente o mesmo mercado de alojamento para turistas com a mesma licença. Ou mesmo sem licença… ”. A AHP alerta para a necessidade de não se confundir unidades hoteleiras com alojamento local, cada tipo de alojamento tem as suas especificidades e têm impactos diferentes nas cidades. in Ambitur

Ler mais
A exibir 41-44 de 65 itens.