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Notícias

22 May 2015

Maior hotel do mundo está a ser construído em Meca

Está em curso a construção daquele que passará a ser o maior hotel do mundo. O projecto do Abraj Kudai prevê a construção de um complexo composto por 12 torres e 10 mil quartos, num investimento que rondará os 3,5 mil milhões de dólares. O MGM Grand Hotel, em Las Vegas, vai deixar de ser maior hotel do mundo a partir de 2017. É este o ano previsto para a inauguração do complexo hoteleiro Abraj Kudai, cujo projecto já se encontra em execução na cidade de Meca, na Arábia Saudita. O projecto desenhado pelo gabinete de arquitectura Dar Al-Handasah prevê a construção de um complexo composto por 12 torres, que comportarão 10 mil quartos e 70 restaurantes, além de vários heliportos. Exigirá um investimento de cerca de 3,5 mil milhões de dólares e ocupará uma área de 1,4 mil quilómetros quadrados. O hotel ficará situado a somente 2 quilómetros da mesquita sagrada de Masjid al-Haram, segundo referiu o sítio do Dar Al-Handasah’s citado pela CNN. Um dos objectivos desta obra passa por responder ao crescente número de peregrinos muçulmanos que se deslocam a Meca todos os anos. O Business Insider adianta que este não é o único grande hotel em construção na cidade de Meca. O grupo Hilton está a construir o Conrad Makkah, cuja abertura está prevista já para 2016. Segundo a CNN, actualmente o hotel com maior número de quartos é o MGM Grand Hotel, em Las Vegas, com um total de 6.198 acomodações. No que à dimensão diz respeito, segue-se o First World Hotel, na Malásia, o Luxor Hotel, também em Las Vegas, o Mandalay Bay Resort e o The Venetian, ambos em Las Vegas.Fonte: Jornal de Negócios  

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12 May 2015

Turismo: greve é "icebergue" que vai demorar a derreter

A greve terminou, mas o sector do turismo mantém-se apreensivo. A confiança do mercado e a existência futura da TAP são as grandes dúvidas. Ainda é cedo para balanços. NA TAP as perdas são de 35 milhões, no sector do turismo o valor dispara. E cedo para avançar com balanços, mas o presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Calheiros, garante que o prejuízo será de "seguramente muitas dezenas de milhões de euros". A meio da greve, a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) reviu as suas estimativas. Primeiro, tinha previsto perdas de 300 milhões de euros em receitas de exportação. Com a garantia de mais de 70% dos voos pela TAP, a previsão é agora inferior a 100 milhões de euros. A AHP está a ouvir os seus associados para determinar o verdadeiro impacto desta greve. A Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT) é a única a avançar já com valores. A greve dos pilotos representou perdas entre os 25 e os 28 milhões de euros nas vendas de viagens. Mas não são os números a maior preocupação. "Na verdade, o impacto directo da greve é apenas a ponta do icebergue de todas as nefastas consequências desta irresponsabilidade", aponta Calheiros ao Negócios. É a confiança dos turistas na TAP (e no próprio país) que vai precisar de meses para voltar aos níveis considerados aceitáveis. O presidente do Turismo de Portugal, João Cotrim de Figueiredo, realça esta ideia e diz mesmo que o maior impacto são os "danos reputacionais" e a incerteza de que o sindicato dos pilotos [SPAC] deixa quanto a novas paralisações. "Qualquer que seja o prejuízo desta greve, o sector [do turismo] acomoda-õ com maior facilidade que a TAP', recorda Pedro Costa Ferreira. Para o presidente da APAVT, a "perda maior seria [o fim da] existência da TAP' porque a absorção dessas rotas por outras companhias significaria anos em suspenso para o sector. "Desenganem-se os que pensam que a operação da TAP pode ser substituída de imediato pelas outras companhias. Temos exemplos na Europa que demonstram que essa transferência pode demorar anos", acrescenta Francisco Calheiros. A solução que o sector do turismo traça é simples: ou o clima de conflito na TAP se dissolve ou . a empresa liderada por Fernando Pinto "como a vemos hoje" desaparece. Até lá, a cada cabeçada que a TAP der, a dor é para o turismo, sublinham. Na região servida pelo aeroporto mais afectado pela paralisação - o Porto - as contas começam a ser feitas. Mesmo antes da greve, o presidente do Turismo do Porto e do Norte de Portugal, Melchior Moreira, já tinha alertado que os serviços mínimos definidos representavam "uma ínfima parte das necessidades". O cenário confirmou-se.in Jornal de Negócios, por Wilson Ledo

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12 May 2015

Porto volta a subir no ranking da ICCA

O ranking da ICCA – International Congress and Convention Association relativo a 2014, divulgado esta segunda-feira, é positivo para a cidade do Porto, que subiu três posições, mas menos abonatório para Portugal, Lisboa e Estoril, que caíram dois, três e 73 lugares, respectivamente. Segundo os dados revelados, Portugal caiu para a 15.ª posição na lista mundial, com um total de 229 meetings em 2014, validados segundo os critérios da ICCA, contra os 249 verificados no ano anterior. Por região, o destaque vai para o Porto, que subiu para a 43.ª posição, com 57 meetings. Já Lisboa caiu da 9.ª posição em 2013, para a 12.ª em 2014, com um total de 109 meetings. O Estoril foi o que demonstrou pior desempenho, ao descer do lugar 117 para o 190, com apenas 13 meetings. O ranking mundial por países é encabeçado pelos EUA (831 meetings), Alemanha (659) e Espanha (578). Já no top 3 da lista das cidades figuram Paris (214), Viena (202) e Madrid (200). in Publituris, por Patrícia Afonso

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07 May 2015

Portugal no 'top 10' dos destinos mais competitivos da Europa

Os números recorde que o turismo tem registado nos últimos anos já estão a dar frutos. Portugal acaba de ultrapassar os concorrentes directos a nível europeu - Grécia, Croácia e Turquia - e conquistou um lugar no 'top 10' dos destinos turísticos mais competitivos da Europa, de acordo com o 'Global Travei & Tourism Competitiveness Index' divulgado pelo Fórum Económico Mundial. A nível mundial o mercado consegue voltar aos índices de 2008 ao subir para o 15º lugar no ranking mundial da competitividade no turismo, deixando para trás destinos como a Suécia, Nova Zelândia, Islândia, Finlândia, Bélgica e Irlanda. Face a este desempenho, em declarações ao Diário Económico, o secretário de Estado do Turismo realça que a "subida ce cinco posições, depois de seis anos em queda permanente, é um bom sinal e um incentivo de que estamos no caminho certo". Para Adolfo Mesquita Nunes este sinal "deve ser lido e analisado em conjunto com o crescimento ao nível das dormidas, dos proveitos e das receitas do sector do turismo". O governante não tem dúvidas que o ranking "demonstra que Portugal compete geograficamente com alguns dos países mais competitivos do mundo, nomeadamente com o mais competitivo, Espanha". O crescimento a nível percentual "muito superior que Portugal tem tido face a Espanha em dormidas e receitas ganha uma relevância especial e evidencia o excelente trabalho do sector privado". Também ao nível dos recursos humanos e mercado de trabalho, o país ocupa um lugar de destaque com a terceira posição no ranking mundial em termos de facilidade na contratação de colaboradores qualificados. Portugal ocupa ainda o décimo lugar como destino turístico mais seguro do mundo. A liberalização do sector, a redução das taxas e custos de contexto e a mudança na estratégia de promoção do destino - com a aposta no digital, captação de rotas aéreas e reforço da relação com a imprensa internacional - são os argumentos que ajudaram a justificar este desempenho. Mesquita Nunes admite que, apesar de se estar no caminho certo, "ainda que há muito por fazer". Pelo que a estratégia para reforçar a competitividade deve continuar a assentar "em liberalizar o sector, despolitizar a promoção e preparar as empresas para a mudança". E lembra que aos desafios tradicionais do sector "somam-se agora os do marketing digital, do 'big data' e do 'sharing economy', que devemos encarar com abertura, e não com proteccionismo". in Diário Económico, por Dírcia Lopesvia Manchete

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