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29 June 2018
Taxa de ocupação dos hotéis até abril desce para 59%
Esta descida foi mais significativa no mês de abril, e terá sido influenciada pelo efeito Páscoa e também pelas condições climatéricas adversas. A taxa de ocupação nos hotéis até abril desceu face a igual período do ano anterior, atingindo 59%, menos 0,7 pontos percentuais do que no período homólogo, segundo dados divulgados esta sexta-feira pela Associação Hoteleira de Portugal. “Nos primeiros quatro meses de 2018, a taxa de ocupação quarto em Portugal atingiu os 59% (menos 0,7 pontos percentuais) do que em igual período do ano anterior, com a categoria três estrelas a registar a maior quebra (menos 2,1 pontos percentuais)”, lê-se num comunicado da AHP. Por destinos turísticos, a Madeira (76%), Lisboa (73%) e Porto (64%) registaram as taxas de ocupação mais elevadas, sendo que Viseu, as Beiras e o Alentejo foram as regiões que mais viram crescer as taxas de ocupação hoteleira, mais 5,7, 4,5 e 3,7 pontos percentuais, respetivamente. O preço médio por quarto ocupado (ARR) fixou-se nos 78 euros, mais 10% do que em igual período do ano passado. Lisboa foi o destino que registou a melhor performance (101 euros), seguido do Grande Porto (79 euros) e de Estoril/Sintra (74 euros). Já o preço médio por quarto disponível (RevPAR) fixou-se nos 46 euros, com um aumento de 9% face ao mesmo período do ano anterior. No comunicado, a presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal, Cristina Siza Vieira, afirma que “os resultados do primeiro quadrimestre de 2018 não são uma surpresa“, porque desde o início do ano que se regista um abrandamento mensal da taxa de ocupação. No entanto, Cristina Siza Vieira observa que abril “foi o único mês com variação negativa neste indicador, imputável ao efeito Páscoa e também, crê-se, às condições climatéricas adversas“. in ECO.pt
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19 June 2018
Hotel Palácio do Governador vence Prémio à Inovação Hoteleira em Portugal
A Roca, líder mundial da produção e distribuição de produtos do espaço de banho foi o patrocinador principal desta última edição XII Prémios Roca à Iniciativa Hoteleira, organizado bianualmente pela Curt Ediciones desde 1993. O Roca Madrid Gallery acolheu a entrega da XII edição dos Prémios Roca à Iniciativa Hoteleira. Este certame faz uma homenagem aos hotéis e profissionais que atingiram os melhores padrões de qualidade em áreas como a arquitetura, a gastronomia, a inovação, os serviços e a promoção turística. A Roca, marca fortemente vinculada ao setor hoteleiro e ao qual oferece um amplo leque de soluções para o espaço de banho, patrocina os Prémios Roca à Iniciativa Hoteleira e reforça assim o seu compromisso com a indústria partilha o seu conhecimento sobre o espaço de banho em estabelecimentos hoteleiros de todo o mundo trabalhando com profissionais hoteleiros para conhecer e responder às necessidades do hotel e do hóspede a nível de funcionalidade, design, conforto, inovação e sustentabilidade deste setor. Vencedores dos Prémios dos países convidados: Prémio à Inovação Hoteleira de Portugal: Palácio do Governador (Lisboa) Prémio à Inovação Hoteleira da Rússia: StandArte Design Hotel (Moscú) Prémio à Inovação Hoteleira da China: Le Meriden Shanghái Minhang (Shanghái) Vencedores por categoria dos XII Prémios Roca à Iniciativa Hoteleira: Arquitectura de Hotel: Gran Hotel Miramar (Málaga) Remodelação: Hotel Sofía (Barcelona) Hotel Vacacional de Playa: Royal Hideway Corales Beach Resort (Costa Adeje- Tenerife) Hotel Vacacional de Montaña: Sport Hotel Hermitage &Spa (Soldeu-Andorra) Gastronomía de Hotel Restaurante de hotel: The Ritz Carlton Abama (Guía de Isora- Tenerife) Serviço de Bar: Hotel Urban (Madrid) Hotel de Congresos e Convenções: Meliá Palma Bay- Palau de Congresos (Palma de Mallorca) Hotel de Salud: Las Caldas Villa termal (Oviedo) Hotel Urbano: Gran Meliá Palacio de los Duques (Madrid) Hotel Sostenible - Premio We Are Water Foundation: La Isla y el Mar. Hotel Boutique (Lanzarote) Hotel Singular: Hotel Gloria de Sant Jaume (Palma de Mallorca) Cadeia Hoteleira: Room Mate Hotels O júri responsável pela eleição dos vencedores foi composto por reconhecidos profissionais do setor turístico e gastronómico: Enrique Curt, Presidente Fundador de Curt Ediciones; Miguel Ángel Almodóvar, Crítico gastronómico; David Alayeto, Fundador do Estudio IN; Álvaro Carrillo de Albornoz, Diretor geral do Instituto Tecnológico Hotelero; Laura Curt, Diretora XII Convocatoria Premios Roca a la Iniciativa Hotelera; José Ángel Preciados, Diretor geral do Ilunion Hotels; Vicente Romero, Presidente do CIDH Circulo Internacional de diretores de hotel; Xavier Torras, Brand Communication Diretor de Roca; Fernando Tomás Ginés, Diretor de Comunicación y Promoción Viajes El Corte Inglés; Aurelio Morales, Chef do restaurante Cebo del Hotel Urban; e Antoni Zaragoza, Director de InteriHOTEL.
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18 June 2018
Lisbon Marriott, Hotel oficial do Festival ao Largo!
O Festival ao Largo está de regresso ao Largo de São Carlos entre 6 e 28 de julho com 15 noites de grandes espetáculos de entrada livre. Um dos pontos altos do verão lisboeta, o Festival celebra a sua 10.ª edição num ano em que se assinalam também os 25 anos da Orquestra Sinfónica Portuguesa e os 75 anos do Coro do Teatro Nacional de São Carlos. A abertura do Festival faz-se a 6 e 7 de julho com Carmina Burana. Entre a Orquestra Sinfónica Portuguesa, o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, o Coro Juvenil de Lisboa, o maestro Domenico Longo e os solistas Carla Caramujo, Carlos Cardoso e Christian Luján, mais de uma centena de músicos estará em palco para interpretar a épica cantata de Carl Orff, conhecida pelo célebre 'O Fortuna'. A 10 de julho, na primeira de cinco noites em que se celebra o virtuosismo dos músicos da Orquestra Sinfónica Portuguesa dando-lhes a oportunidade de brilhar como solistas, Anabela Malarranha interpreta o Concerto para Flauta de Khachaturian, acompanhada pela OSP e pelo maestro Andrea Sanguineti. Segue-se a Quinta Sinfonia de Tchaikovski, uma das obras mais populares do repertório sinfónico. No fim de semana de 13 e 14 de julho, o maestro Johannes Stert dirige a OSP em dois concertos dedicados a Wagner (Abertura de Die Meistersinger von Nürnberg), Bach (Concerto para Dois Violinos, com a violinista da OSP Klára Erdei e o ex-concertino Xuan Du) e Strauss (Der Rosenkavalier Suite). Em conjunto com o Coro do TNSC, a Orquestra Sinfónica Portuguesa protagoniza ainda as 'Noites Russas' do fim de semana de 20 e 21 de julho, uma coleção de grandes momentos de óperas de Prokofiev, Mussorgski e Glinka, entre outros. O programa conta com direção musical de Emil Tabakov e inclui ainda o Concerto para Violino e Orquestra de Glazunov com o solista Pedro Meireles, concertino da OSP. Este ano o Festival ao Largo Millenium tem como convidados alguns dos melhores e mais entusiasmantes agrupamentos musicais da área metropolitana de Lisboa: No dia 12 de julho, a Orquestra Metropolitana de Lisboa apresenta o Concerto para Oboé e Orquestra de Mozart (solista Sally Dean) e a Sinfonia n.º 9 (Do Novo Mundo) de Dvořák sob a direção musical de Pedro Amaral; No dia 17 de julho, Ceciliu Isfan dirige a Orquestra do Conservatório Regional de Artes do Montijo num concerto de valsas, canções napolitanas e célebre árias de ópera que conta com a participação de Ana Cosme (soprano), João Rodrigues (tenor) e João Merino (barítono); No dia 18 de julho, o ensemble Solistas de Lisboa intepreta o extraordinário Octeto de Mendelssohn e as Duas peças para octeto de cordas de Shostakovich num concerto de música de câmara; No dia 19 de julho, há jazz no Largo de São Carlos com o Lisbon Underground Music Ensemble (L.U.M.E.), projeto do compositor Mário Barroso que cruza o vocabulário da música erudita com o modelo clássico da Big Band. Como vem sendo habitual, o Festival termina com três espetáculos da Companhia Nacional de Bailado (dias 26, 27 e 28 de julho). Em 2018 a CNB apresenta três grandes êxitos do seu repertório de ballet clássico e contemporâneo: Serenade, de George Balanchine; Herman Schmerman, de William Forsythe; e Raymonda, de Marius Petipa (terceiro ato). Um programa a não perder que acompanha a evolução do bailado entre o final do século XIX e o final do século XX e que atesta a versatilidade e excelência da CNB em diferentes registos de dança. O Festival ao Largo Millennium mantém o patrocínio principal do Lisbon Marriott Hotel e Millennium BCP.
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11 June 2018
Fernando Medina espera solução sobre novo aeroporto de Lisboa nos próximos meses
O presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, defendeu nesta sexta-feira a urgência numa decisão sobre o novo aeroporto de Lisboa, salientando que está otimista e confiante em boas notícias sobre este processo nos próximos meses. Num almoço com associados da Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), onde foi destacado algum pessimismo acerca deste processo, Fernando Medina defendeu que "o país cometeu um erro, um enorme erro, em ter adiado a decisão sobre o aeroporto". "Temos trabalhado bem nos últimos meses com o Governo, com a ANA - Aeroportos sobre esta matéria e gostaria de transmitir aqui o meu sentimento hoje. O meu sentimento hoje é de bastante confiança e otimismo sobre o processo. Temos hoje boas razões para estarmos mais otimistas sobre o desenvolvimento deste processo", disse. "Espero que venham a ser públicas nos próximos meses as notícias que concretizem a resolução desta equação, precisamente nos termos em que referi", acrescentou. De acordo com o presidente é preciso "avançar rápido", criar "um sistema de desenvolvimento do território" e é também necessário que a nova estrutura "permita melhorar a qualidade de vida do ponto de vista do desenvolvimento urbano". "O país não pode desperdiçar o que é hoje um motor de emprego e de investimento. Não pode", afirmou, considerando que o novo aeroporto é "urgente", "essencial" e "crítico", e não pode ser feito "por fases". Medina salientou também que "o desenvolvimento do aeroporto não se pode fazer com o aumento das taxas aeroportuárias que coloquem em causa a competitividade do destino" e sublinhou ainda que tem de ser "um investimento de qualidade", quer na infraestrutura aeroportuária, quer nos acessos a essa infraestrutura. O autarca mostrou disponibilidade da câmara para voltar ao projeto de criação de um novo centro de congressos para Lisboa, de forma a apostar no "turismo de congressos", e defendeu que as decisões sobre o alojamento local, tema atualmente em discussão no parlamento, "fiquem na alçada dos municípios", de uma forma "diversificada", com quotas consoante a zona. Por exemplo, "significa que em Alfama temos de conter, mas significa que noutras zonas poderemos dizer: ''sejam bem-vindos''", disse. in Expresso Online, via Lusa