Notícias
04 July 2012
AHP aplaude Cancelamento da Greve da TAP
"Desde o primeiro momento que a AHP interveio ativamente para impedir as anunciadas greves da ANA e TAP. Fizemos um esforço contínuo e de pressão junto de poderes públicos, privados e das estruturas sindicais, em concertação com a CTP, e apelámos à situação crítica em que o país se encontra e aos efeitos graves e negativos das greves para a economia nacional. Por isso, recebemos com grande agrado a notícia do acordo entre a administração da TAP e os pilotos", refere Cristina Siza Vieira, presidente da direção executiva da AHP. De acordo com a AHP, a situação crítica gerada pelo anúncio das greves e a intervenção do tribunal arbitral no sentido de fixar "serviços mínimos" muito redutores obriga a colocar em cima da mesa a alteração da Lei da Greve. "Aprovada que está uma alteração fundamental ao Código do Trabalho, é imprescindível abrir um tema "tabu": a alteração da Lei da Greve. Não podemos ficar "reféns" de uma lógica passada de defesa de um direito constitucional que se sobrepõe à evolução que o mundo sofreu", sublinha a AHP.Ainda que os controladores aéreos e os pilotos da TAP tenham recuado nas greves, parte dos prejuízos para o setor do turismo são já irreversíveis. Recorda Miguel Júdice, presidente da AHP: "Para lá dos impactos diretamente económicos, acrescente-se o impacto que a concretização das greves tem no emprego, na falência das empresas, as oportunidades que perdemos do país se afirmar e ganhar quota perante outros destinos concorrentes, a má imagem que a desestabilização social projeta. De resto, os motivos invocados eram de difícil compreensão e os grupos socioprofissionais envolvidos são claramente privilegiados relativamente aos demais."
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04 July 2012
?O Poder da Inovação? é o tema do 24º Congresso da Hotelaria e Turismo da AHP
Em 2011, a Associação da Hotelaria de Portugal apresentou o seu Congresso anual sob o mote "Evolução ou Revolução?", proporcionando aos presentes um fórum privilegiado de debate e reflexão sobre a necessidade de pensar a mudança, de rever a estratégia e a atuação, tanto dos privados, como dos poderes públicos. No final do Congresso preconizou-se o repto da "Revolução" e da mudança, para se fazer face às alterações que surgiram e que exigem um trabalho constante na competitividade das nossas empresas turísticas e dos nossos destinos.Como não há revolução sem inovação, o "Poder da Inovação" é o tema que se impõe naturalmente para o Congresso de Hotelaria e Turismo deste ano. É sob o chapéu do "Poder da Inovação" que todos os painéis de intervenção estão alinhados.O Congresso tem início com a importância que a inovação tem na liderança e na gestão de recursos humanos. Mas para o turismo português inovar, é preciso incitar à renovação dos destinos. Falaremos do destino Portugal e também sobre o Algarve.Depois da oferta, partimos para a procura e para a captação dos mercados emergentes. Nesta abordagem a inovação é poderosíssima e pode ser a estratégia da salvação.Além do debate, "O poder da Inovação" leva-nos também às melhores práticas, a casos de sucesso, nacionais e internacionais.E como a Inovação é o mote, melhorámos o formato do Congresso e introduzimos uma nova figura: o "provocador". O provocador será um convidado especial para cada painel, que abrirá o debate e dinamizará a discussão dando expressão a novas abordagens e trazendo para o debate a visão dos congressistas.Para tudo isto a escolha do local impôs-se: Tróia. Um destino turístico renovado, com poder de afirmação, para um Congresso da AHP que se pretende seja o mais inovador de sempre.
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03 July 2012
Greves na aviação afastam turistas de Portugal
Portugal e os portugueses estão a viver numa situação muito difícil e de grandes constrangimentos. A economia nacional está estagnada. A taxa de desemprego é assustadora e muitas empresas vivem diariamente com a corda na garganta. Do que precisa e do que não precisa o país num momento difícil como o que vivemos? Não tenho dúvidas de que precisamos de apostar na competitividade do nosso país. Não tenho dúvidas de que não precisamos de acções que prejudiquem o país como a que estamos a viver neste momento no sector do Turismo e, consequentemente, na economia nacional. Falo das anunciadas greves no sector da aviação, dos trabalhadores da NAV e dos pilotos da TAP. Todos sabemos que a greve é um direito constitucional e os trabalhadores têm liberdade para o exercer, mas não podemos deixar de os alertar para as gravíssimas consequências que estas greves acarretam para o país, principalmente nesta época do ano. As duas greves anunciadas totalizam 14 dias, repito, 14 dias, em época alta, ou seja foram marcadas cirurgicamente para o final de Junho, início de Julho e início de Agosto. Irão atingir milhares de portugueses e estrangeiros que planearam as suas férias e que agora se deparam com grandes dificuldades. A cada dia que passa chegam-nos mais cancelamentos de viagens. E, deve salientar-se que os cancelamentos são não só para os períodos de greve anunciados, como para outros períodos do Verão. Neste momento, Portugal não é um país atractivo e os turistas preferem viajar para outros destinos, como o Norte de África Turquia ou Espanha nos quais não encontram estes problemas. Os próprios agentes de viagens preferem vender outros destinos que não Portugal, para assegurar que os seus clientes não se vejam confrontados com uma situação constrangedora como a que se está a viver, nestes dias, em Portugal. O sector do Turismo não pode estar sujeito a estas pressões negativas. Para além do impacto e constrangimentos no dia-a-dia dos turistas devemos olhar para estas greves como extremamente lesivas da economia nacional e para as empresas turísticas, como hotéis, agências de viagens, restaurantes, rent-a-car, entre outras, cuja área de actividade é o Turismo e que dependem, em muito, dos resultados desta época do ano. A actual conjuntura económica de Portugal e de alguns mercados emissores já está a afectar suficientemente sob o aspecto negativo o sector do Turismo, que representa 15% do PIB nacional, e qualquer acção negativa que se venha juntar a esta conjuntura só prejudicará ainda mais o nosso país. Os portugueses devem ter consciência de que todos devemos contribuir para o crescimento da economia nacional e não destruí-la O sector do Turismo tem lutado para ultrapassar o momento de crise e lamenta que situações destas firam o esforço de empresários e trabalhadores, pondo em causa milhares de empregos, directos e indirectos, das diferentes áreas do sector do Turismo. Questiono-me se os controladores aéreos e os pilotos terão a real noção do impacto que as greves terão na economia nacional e que estão a pôr em causa milhares de empregos? Se sim, tudo é ainda mais grave. Fonte: Jornal Negócios dia 28-06-2012
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03 July 2012
Presidente da CTP é o convidado do almoço da AHP esta terça-feira
O Presidente da Confederação do Turismo Português, Francisco Calheiros, irá participar no almoço mensal da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) esta terça-feira, dia 3 de Julho, às 12h45, no Hotel Fontecruz, em Lisboa. Francisco Calheiros é o convidado deste encontro que tem como tema "Qual o papel das confederações e da CTP em particular, no contexto sócio económico actual. Quais os desafios e expectativas para o novo mandato."