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25 July 2019

Associações de vários sectores alertam para “impacto brutal” da greve de motoristas

Associações de hotelaria, da restauração e de taxistas alertam para o impacto enorme que a paralisação dos motoristas terá na economia e na imagem do país. E defendem que é preciso garantir o fornecimento de bens e serviços no próximo mês em todo o território nacional   As associações de vários sectores manifestam-se preocupadas face ao pré-aviso de greve dos motoristas com início marcado para 12 de agosto próximo, alertando para o impacto que a paralisação terá na economia e na imagem do país. Em declarações ao Expresso, a presidente-executiva da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), Cristina Siza Vieira, adverte para as consequências que a greve poderá ter ao nível do sector e de todos os subsectores associados com relevo económico.    “Se a greve avançar, tememos um impacto brutal que prejudique o balanço do ano. A importância de agosto é inegável para este sector que é fundamental para o nosso país”, afirma Cristina Siza Vieira, sublinhando que em agosto de 2018 registaram-se mais de três milhões de hóspedes em Portugal, dos quais 23% se concentraram no Algarve.    Segundo a presidente da AHP, o impacto da greve poderá ser maior uma vez que o inquérito de verão deste ano embora não antecipe um crescimento da taxa de ocupação, que é sempre elevada nesta época, prevê um aumento do valor do preço médio e rentabilidade por quarto.    Por isso, destaca Cristina Siza Vieira, há cautelas adicionais em relação ao Algarve, onde 60% dos turistas nesta época são estrangeiros. “A região tem uma carga maior sobre si a nível do território e das infraestruturas. É necessário acautelar também a zona onde o gás natural não chega por gasoduto. Convém lembrar ainda que os cidadãos estrangeiros se encontram numa situação de certa fragilidade, não têm plano alternativo, não falam a língua e estão longe de casa, podendo necessitar, por exemplo, de recorrer a serviços de saúde”, defende a líder da AHP.    Cristina Siza Vieira sustenta ainda que é preciso garantir o fornecimento de bens e serviços em todo o território nacional e não assegurar apenas 40% de serviços mínimos em Lisboa e Porto, como se verificou na greve de abril. “Já avisámos o Turismo de Portugal de que é preciso acautelar mais os serviços mínimos – que devem abranger todo o território nacional – visto que se encontra também mais população no sul do país. Não podem ser por exemplo só 30% de serviços mínimos”, insiste.    A diretora-executiva da AHP adianta ainda que a associação já apelou aos seus associados para assumirem uma “gestão criteriosa dos stocks”, de forma a minimizar o eventual impacto da situação depois de a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) ter alertado para a possibilidade de as prateleiras dos super e hipermercados ficarem vazias na sequência da greve de motoristas.    “Mas, em primeiro lugar, nós desejamos que esta greve não avance e que haja até lá um acordo entre os sindicatos e o empregador. É essa a nossa esperança”, insiste Cristina Siza Vieira.    Contactada pelo Expresso, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) sublinhou que uma vez que se trata apenas de um pré-aviso de greve prefere não antecipar os efeitos que serão “naturalmente negativos”, esperando que a paralisação não chegue mesmo a avançar.    O presidente da Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL), Florêncio de Almeida, também se mostra otimista em relação às negociações entre os sindicatos do sector e a ANTRAM mas defende que é vital que o Executivo prepare desde já um ''plano B''. “O Governo tem que encontrar necessariamente uma solução até porque agosto é um mês muito turístico e há um maior consumo de combustível. Em qualquer caso, esperamos que o Governo se prepare antecipadamente porque afinal este é um sector que movimenta o país. Não é compreensível que o Governo não tenha um plano de resposta”, declara Florêncio de Almeida.    O líder da ANTRAL diz acreditar que a concretizar-se esta greve não deverá ter o mesmo impacto da última paralisação em abril, quando os portugueses correram aos postos de combustível e formaram enormes filas.“O nosso objetivo é que não haja tantos condicionamentos, porque houve muitos carros parados da última vez. Os serviços mínimos têm que ser cumpridos. Mas acredito que o impacto dificilmente será tão grave, uma vez que o país não pode parar. Nem que o Governo tenha que colocar bombeiros e militares a conduzirem camiões-cisterna. Estou convencido que desta vez o Governo vai estar preparado”, acrescenta.    De acordo com Florêncio de Almeida, a Sociedade de Óleos e Rações já pediu também apoio à ANTRAL para reforçar o apelo junto do Governo relativamente ao possível impacto desta greve, frisando que “os animais não podem morrer à fome”.    “Nós já alertamos o Governo que o combustível tem que estar disponível se o sindicato não cumprir os serviços mínimos. Mas estamos englobados na área do transporte público pelo que estamos mais tranquilos porque têm que estar previstos serviços mínimos”, insiste o líder da ANTRAL.    Embora reconheça que é legítimo o direito à greve destes trabalhadores, Florêncio de Almeida reitera que as consequências para outros sectores têm que ser necessariamente acauteladas.    O Expresso contactou também a Associação Portuguesa De Empresas Petroliferas (APETRO) para perceber o impacto no sector, mas sem sucesso.    Esta quarta-feira, o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, recomendou aos portugueses que abastecessem as suas viaturas como medida de precaução no caso de avançar a greve dos motoristas a 12 de agosto. Já o ministro do Trabalho, Vieira da Silva, disse não compreender o conflito que conduziu ao pré-aviso de greve de motoristas, colocando em causa a “credibilidade” do movimento sindical e desencadeando uma paralisação com “consequências muito pesadas” para a maioria dos portugueses e para a economia nacional.    A Associação Nacional de Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) e os sindicatos dos motoristas – Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) e o Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) –, não chegaram esta tarde a acordo sobre os serviços mínimos numa reunião que decorreu na Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT). O pré-aviso dos sindicatos dos motoristas propõe serviços mínimos de 25% em todo o país, enquanto a Associação Nacional de Transportes Públicos Rodoviários (ANRAM) sugere serviços mínimos de 70%.    Na quinta-feira, o secretário de Estado da Energia, João Galamba, assegurou, em entrevista ao "Dinheiro Vivo" e à TSF, que o Governo está a preparar uma “rede de abastecimento de emergência” se não forem cumpridos os serviços mínimos, acautelando que a região do Algarve continuará também a ser abastecida com gás.    Durante a paralisação será prioritário o abastecimento de “portos, aeroportos e postos de abastecimento das empresas que têm por objeto a prestação de serviço público de transporte de passageiros, rodoviários, ferroviários e fluviais, assim como estruturas residenciais para pessoas idosas, centros de acolhimento residencial para crianças e jovens, estabelecimentos de ensino, IPSS e Santas Casas da Misericórdia”, segundo o executivo.  in Expresso online Créditos da imagem: Carlos Barroso/LUSA

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20 July 2019

Como as empresas com receitas de verão aprendem a viver à chuva

Este junho foi o mais frio dos últimos 19 anos.     O mesmo mês em 2017 foi o terceiro mais quente de sempre. O clima mudou e os consumidores e as empresas vão atrás.     Texto: Ana Margarida Pinheiro     As mãos de Carlos Cipriano não chegam para as 12 mil bolas-de- -berlim que todos os dias faz sair da fábrica. O clima incerto não afeta a tradição e em Moncarapacho, no Algarve, o verão continua a rimar com muito trabalho. Nos meses quentes, as Bolinhas do Carlos seguem para 70 clientes diferentes, que asseguram a distribuição pelas praias de Olhão e Fuseta, mas também pastelarias, supermercados e até hotéis de cinco estrelas.     "Não podemos ignorar que há um esbatimento daquilo que são os consumos sazonais, também por causa das alterações climáticas, mas alguns ainda se mantêm, especialmente os consumos que associamos às férias", explica Mafalda Ferreira, especialista do IPAM.     Quem diz bolas-de-berlim, diz gelados. O pregão é "frutochocolaaaate!" e já não ecoa pelas praias portuguesas - as bolas com creme ou sem creme são as rainhas do areal -, mas o calor continua a ser o melhor amigo dos gelados.     Na Artisani, de Luísa Lampreia, os meses de calor representam 70% do volume de negócios da empresa, que conta com o laboratório de produção, sete lojas próprias e dez em regime áejfanchising, tudo na região de Lisboa. Por esta altura sai da unidade de produção uma tonelada de gelado por dia, o que significa qualquer coisa como dez mil bolas de gelado.     "O verão, por ser uma altura de férias e de maior descontração, é propício a este tipo de consumos de impulso", reforça Mafalda Ferreira. "Não é por acaso que um estudo recente mostra que um número importante de pessoas come gelados regularmente ao longo do ano, mas a maioria continua a assumir que os come sobretudo no verão."     Luísa Lampreia entende bem este comportamento: "A ida à geladaria é uma prática de verão, uma ação feita em família, com os miúdos a puxaremos, pais, mas o gelado é um produto que é consumido durante todo o ano. No inverno, mais em casa." Um bom verão é, por isso, essencial até porque "no inverno, apesar de mantermos a maioria das lojas abertas, perdemos dinheiro. O consumo de gelados não tem tanto que ver com as estações, mas tem tudo que ver com calor", diz a gestora.     Se nos doces, o verão ainda tem os seus senhores, há atividades em que a incerteza da meteorologia está a obrigar a mudanças. "Nos últimos anos, as alterações climáticas têm sido muito mais visíveis, com os verões a prolongarem-se até final de outubro ou início de novembro, e isto tem um impacto direto no negócio da indústria da moda", diz Paulo Vaz, diretor-geral da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), que admite "o abandono de materiais mais pesados de inverno" e a manutenção ao longo de todo o ano de tecidos finos. "Já não se vendem fatos de inverno, eu, pessoalmente, também já não tenho nenhum", assume.     Nas lojas de fast fashion, as coleções primavera-verão e outono- -inveno já deram lugar a várias coleções ao longo do ano, mais "uma reação a estas mudanças climáticas", diz. E, como "a moda hoje em dia é uma compra emocional, os empresários sabem que precisam de premir o gatilho da compra. Antes, a mudança da estação ajudava, agora precisamos de pensar como vamos reconquistar a emoção".     Mas se na venda é preciso fazer mais ginástica, na produção nem tanto. "Se trabalhamos com a matéria prima X também trabalhamos com a Y", realça.     José Pinto, CEO da Lemon Jelly, também reconhece que a produção própria permite controlar fenómenos de chuvas repentinas ou calores anormais. A marca portuguesa de calçado que entrou na boca do mundo por causa das galochas de borracha, tem outro trunfo para equilibrar a produção: a venda para 35 países da Europa, América e Ásia.     "Como dizia um amigo há muitos anos, o nosso melhor cliente é o tempo. Conforme fui crescendo neste negócio, percebi que este é o fator para que corra tudo bem", refere o empresário ao Dinheiro Vivo. "Se caímos no erro de lançar produtos fora do tempo, é certo que vai correr mal."     Mafalda Ferreira repete: "Não vale a pena ter coleções de verão antes do calor, e é preciso olhar para as promoções de outra forma.     Quem vai de férias em agosto, se quiser, já compra tudo com descontos. As marcas deviam fazer essa adaptação."     Na Lemon Jelly já não se trabalham seis meses para o verão e seis meses para o inverno, e os produtos steady over, constantes ao longo dos 12 meses, são fortemente procurados. A aposta no oriline, e na proximidade com o cliente, também ajuda a produzir de acordo com a necessidade. "É lógico que isso traz custos, mas não há alternativa. Temos de assumir mais riscos nisto. Temos de responder mais rapidamente às mudanças, ao imprevisto. Montar uma logística e um serviço adaptáveis - se vai chover durante três semanas na Europa, no meio do verão, eu tenho de ter oferta para isso", diz o responsável. Quem "tem produção na China e é obrigado a grandes quantidades não tem a flexibilidade que a indústria portuguesa tem", defende.     Essa também é uma palavra que José Manuel Silvestre conhece bem. O fundador da Sol de Algés, empresa especializada na produção e venda de chapéus-de-sol, toldos e coberturas, assume que a concorrência - especialmente a vinda da China - obrigou a indústria a reinventar-se criando produtos de qualidade a que os preços baixos não fazem sombra. "Cada vez que alguém vem mordiscar o nosso mercado, nós reinventamo- -nos e subimos um patamar", diz o responsável, que hoje em dia vende tanto para Portugal como para o estrangeiro, especialmente os países de língua portuguesa.     As estações, neste caso, também estão a mudar a produção. "Em vez de o verão valer 90% do volume de negócios, agora representa 60%, e os restantes 40% são diluídos ao longo do ano", diz o empresário, que admite vantagens de uma produção mais espalhada pelos doze meses, e que ajuda a retirar a pressão dos prazos que o verão trazia.     "Há três anos para cá que sentimos essa diferença, o que até é positivo, porque não precisamos de andar tão aflitos. Não nos afeta; redistribuímos", diz.     Redistribuição é a grande máxima da indústria do turismo. O verão ainda é sinónimo de maior taxa de ocupação e preços mais elevados, mas também a atividade turística está mais diluída no tempo e no espaço. "Os meses mais fortes continuam a ser os de verão e a previsão é que neste ano também seja, mas há um crescimento importante ao longo do ano", diz Cristina Siza Vieira. A presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal esclarece que no que toca a férias "ainda não podemos dizer que há uma alteração de paradigma", até porque as férias escolares determinam as pausas de muitos trabalhadores, mas "como conseguimos captar turistas para outros segmentos, e outros mercados, isso permite-nos esbater a sazonalidade". Os números mostram isso mesmo: em janeiro de 2018, a taxa de ocupação dos hotéis foi de 45% em janeiro; em junho já era 81%; agosto 87%.     "O que se pretende é que a relação preço versus taxa de ocupação seja elevada ao longo de todo o ano. O que se alcança ainda é diferente", diz a responsável. Mas há nuances que se devem realçar: a Lisboa vazia de agosto ficou no passado. "Curiosamente agosto tinha uma ocupação baixa, mas nos últimos anos a taxa de ocupação já está na casa dos 75% a 80% ".     3 casos     Gelados O rei do verão já não fecha portas no inverno     O inverno já não é sinónimo de geladarias fechadas, pelo menos as de Luísa Lampreia. A dona da Artisani assume que ainda é preciso fazer as contas e que o verão tem de ser muito bom para compensar os invernos de fraco apetite por gelados. Das lojas próprias, Luísa reconhece que apenas fecha a da Doca de Santo, local menos apetecível para passeios de inverno, e de romaria nos períodos mais quentes. No verão chegam os reforços: "Começamos a recrutar em março. Em setembro ainda temos cerca de 60 pessoas, em outubro já só são 30. Na produção a mesma coisa, temos cinco ¦., -; pessoas fixas e 12 no verão." Mas há verões e verões. "Esta temporada arrancou muito bem e, em junho, abrandou. Agora parece que as temperaturas mais quentes estão para ficar, esperemos que sim", diz a empresária, reconhecendo que o seu negócio vive dos passeios na rua e dos filhos que puxam os pais. "Os miúdos são um público muito importante e são os nossos clientes do amanhã" explica a responsável. Mas se num período de frio vem uma semana de calor, os gelados voltam a ser opção. "Por vezes temos surpresas boas, como uma semana de bom tempo no inverno" conta Luísa Lampreia.     Chapéus-de-sol A qualidade made in Portugal ainda nao se faz na China     "A empresa camaleão tem uma vantagem, sabe redirecionar-se.     Muitas empresas deste ramo não souberam e ficaram pelo caminho." É assim que José Manuel Silvestre olha para o passado em que várias empresas portuguesas de chapéus-de-chuva e de sol morreram perante a pressão da produção barata da China. O empresário de Algés diz orgulhosamente que "desde 1973 até hoje continuamos a liderar o mercado, não ligando aos chineses nem a outro concorrente". Assume que está "a meio da tabela no que diz respeito a preços" e não fecha a porta à venda a vários tipos de clientes, sejam revendedores ou clientes diretos, "mas de qualidade". Só fecha a porta às grandes marcas que patrocinam chapéus e cadeiras para esplanadas porque "pedem produtos baratinhos e efémeros". José Manuel Silvestre diz que "o mercado está carregado de chapéus que não prestam para nada. E, por isso, recebemos muitas solicitações para produtos mais sólidos". Vende para Portugal e para fora e, não raras vezes, é chamado ao porto de Lisboa para substituir os chapéus dos navios de cruzeiro.     Aposta saborosa, da spirulina à tinta de choco     As notícias locais deram o alerta: a 31 de maio, há bolinhas do Carlos a preço zero. A fábrica de bolas-de-bertim que assegura grande parte da distribuição de bolas para as praias de Fuseta e Lagos abre portas para marcar o início do verão. Mas acenar com uma borla não é o único trunfo de Carlos Cipriano. Todos os anos, as bolinhas do Carlos vêm com sabores diferentes. Às tradicionais com creme e sem creme, o pasteleiro tem juntado sabores, doces e até farinhas especiais. Neste ano estrearam de curcuma e tinta de choco, escrevia o Barlavento. A tradicional ainda é a que mais vende entre os veraneantes, mas já as há para todos os gostos: creme de pasteleiro, chocolate, chocolate branco, avelã, mirtilo, maracujá, limão, coco, kiwi, morango e maçã. No verão, Carlos faz 12 mil bolas- -de-berlim por dia; no inverno não vende mais de 70. Mas admite que poderiam ser bem menos não fosse ter aberto uma pastelaria própria e ter boa fama no mercado. "O segredo é ter produtos de qualidade". in Diário Notícias /Dinheiro Vivo, por Ana Margarida Pinheiro  

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16 July 2019

A icónica marca de beleza Benamôr chega ao mercado hoteleiro

O Groupe GM anuncia uma nova parceria com a histórica marca lisboeta de receitas de beleza, a Benamôr. O apetecível aroma da linha de cosmética GORDÍSSIMO está agora disponível para o mercado hoteleiro. A Benamôr foi fundada em 1925, em Lisboa, por um apotecário misterioso que criava pomadas milagrosas no seu laboratório do Campo Grande. As suas receitas de beleza eram preparadas com perfumes únicos e ingredientes naturais tipicamente portugueses: extratos de limão e de rosa, aloe vera ou óleo de amêndoas. O sucesso das maravilhosas bisnagas Art Déco foi imediato dada a repercussão entre o público feminino da sociedade lisboeta, do qual se destacava a rainha Dona Amélia, que se manteve fiel à marca durante toda a vida. A Benamôr oferece algumas das receitas de beleza portuguesas mais acarinhadas: o Créme de Rosto, cuja fórmula se mantém inalterada desde 1925 e cujo extrato de rosa dá um aspecto radiante imediato à pele. O creme de mãos Alantoíne e o Bronzaline também foram algumas das criações mais populares. As criações cosméticas saíam da fábrica Nally, o maior produtor de cosmética em Portugal, que nos seus tempos áureos desenvolveu produtos para 35 marcas de cosmética portuguesas e nunca deixou de produ-zir. Foi aqui que Pierre Stark encontrou, a par do valioso património cosmético, o capital humano, transmis-sor do saber e dos valores da prestigiada marca. A marca renasce então neste século e pela mão de Stark, que agrega visão e experiência: reinventam-se as suas encantadoras receitas de beleza com ingredientes tradicionais já habituais, como a alantoína, e outros mais modernos, como a manteiga de karité; dá-se a abertura de loja própria em Lisboa e dá-se início à internacionalização da marca, posicionando-a na área do luxo acessível, mas mantendo os mesmos valores de simplicidade e proximidade. A receita de beleza da Benamôr é simples, natural e universalmente reconhecida: 90% de ingredientes e ativos naturais, na sua maioria de origem portuguesa, criteriosamente selecionados pelas suas qualidades e características únicas, altamente hidratantes, reparadores e protectores da pele. Óleos minerais, parabe-nos e phenoxyethanol estão excluídos das formulações, que usam um mínimo de conservantes. A receita de beleza GORDÍSSIMO, o creme gordo original, é naturalmente generoso! A sua receita ultra nutritiva privilegia ingredientes naturais como a manteiga de karité, que confere uma profunda hidratação da pele, que fica imediatamente saciada e saudável. A nova linha exclusiva de hotelaria, já disponível para entrega, resulta assim da herança e inovação que a Benamôr coloca nas fragrâncias que cria. A linha de amenities Gordíssimo apresenta um aroma suave a noz de karité, baunilhado, guloso e doce, é composta por 4 bisnagas de 40ml e inclui gel de banho, loção corporal, champô e amaciador e ainda um sabonete suave de 25g em caixa de cartão. Inclui ainda generosos doseadores de 300ml de gel de banho, champô e loção corporal. Fiel ao design característico da marca, a linha hoteleira vai permitir que hóspedes mais exigentes se deliciem com uma das míticas marcas portuguesas de eleição.  

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12 July 2019

AHP abre inscrições para o Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo

Já estão abertas as inscrições para o 31º congresso nacional da AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, que irá realizar-se em Viana do Castelo, de 20 a 22 de novembro de 2019. Depois de se ter realizado em várias regiões de Portugal, é a vez da cidade minhota receber a próxima edição do  congresso nacional da associação, que conta este ano com a Câmara Municipal de Viana do Castelo como parceiro institucional do evento. O site do congresso já está online e as inscrições abertas. Este ano, vão estar disponíveis três momentos de inscrição com diferentes preços e condições: o primeiro, mais vantajoso, até 15 de setembro; o segundo até 15 de outubro e o último até 15 de novembro. Na edição de 2018, o congresso contou com cerca de 550 participantes, entre responsáveis políticos, altos dirigentes da administração pública e privada, estudantes e professores, 55 empresas parceiras e mais de 25 oradores. in Publituris

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