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Notícias

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16 May 2018

Em 35% dos hotéis portugueses não se pode fazer reservas online

Nova plataforma Click2Portugal vai agregar todos os hotéis portugueses e tem por objetivo suprir as fragilidades do sector, num país onde 7% dos hotéis ainda não tem qualquer presença na internet Está tecnicamente finalizada, e vai estar disponível a partir de setembro, a Click2Portugal, uma plataforma agregadora de toda a oferta de hotéis em Portugal (www.click2portugal.com). Trata-se de um projeto lançado pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), que visa suprir as fragilidades identificadas nos hotéis nacionais a nível do digital. Segundo um diagnóstico da AHP, entre os 1511 estabelecimentos hoteleiros que existem em Portugal, cerca de 7% (105 hotéis) não têm sequer website. "Como é possível este número ser tão elevado? É como se os hotéis não existissem, estão literalmente fora do mundo", considera Cristina Siza Vieira, presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP). Acresce-se que dos restantes 1406 hotéis que têm presença online, cerca de 30% não tem motor de reservas. "Chega-se lá, é tudo muito bonito, mas ninguém consegue fazer reservas", nota a responsável da AHP. Do total de 426 hotéis nacionais que não têm motor de reservas, cerca de 40% não oferece aos clientes qualquer possibilidade de comprar noites via 'online' (nem sequer através do preenchimento de formulários, por exemplo), "e só se consegue ficar lá à moda antiga, isto é, telefonando", como faz notar Cristina Siza Vieira. Com o objetivo de "criar um standard digital elevado" para os hotéis nacionais, e sobretudo "que possa ser convertido em receitas", a AHP têm em desenvolvimento desde 2016 o projeto de uma plataforma agregadora de toda a oferta nacional a nível de hotéis e empreendimentos turísticos, a Click2Portugal. Constatando que o mundo online na hotelaria é dominado por plataformas como a Booking ou a Expedia, a associação hoteleira enfatiza aqui a importância do canal direto em termos de vendas, verificando que "ainda é fraco na hotelaria portuguesa". Com a plataforma Click2Portugal, "mais do que dar o peixe ou ensinar a pescar, é preciso dar a cana de pesca aos hotéis", exemplifica a presidente executiva da AHP. A associação hoteleira frisa ainda que o novo site www.click2portugal.com não é diretamente comparável a uma plataforma como a Booking, uma vez que não funciona como venda direta e cobrando taxas sobre essas vendas aos hotéis. Mas acaba por ser uma espécie de 'Booking português', ao reunir toda a oferta hoteleira nacional (permitindo vendas por reencaminhamento a cada unidade), tendo o objetivo assumido de ser uma ferramenta de distribuição e de marketing digital alternativa a plataformas como a Booking, e para os hotéis não ficarem dependentes de um único canal de distribuição. "Desde o início que consideramos o projeto Click2Portugal estratégico para a hotelaria nacional pela rentabilidade que pode trazer", garante Raul Martins, presidente da AHP, frisando que "o digital é o presente e o futuro é quem não está no online, não está no mundo". por Conceição Antunes, in Expresso

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15 May 2018

Candidaturas abertas aos Selos WE SHARE & WE CARE

Estão abertas as candidaturas aos Selos de Responsabilidade Social (WE SHARE) e de Sustentabilidade Ambiental (WE CARE), a atribuir aos hotéis associados da AHP que integraram na sua unIdade princípios e políticas de gestão assentes na responsabilidade social e ambiental no decorrer do ano de 2017. As candidaturas poderão ser submetidas até ao dia 15 de junho através do preenchimento do formulário online. Os selos serão entregues numa cerimónia pública a decorrer em 27 de junho de 2018, em local a indicar brevemente. Esta cerimónia será também o celebrar do quinto aniversário deste trabalho conjunto, que permite apoiar 50 instituições e doar, até à data, mais de 48 mil bens.   >> REGULAMENTO  >> FORMULÁRIO DE CANDIDATURA Para esclarecimentos adicionais por favor contacte: Isabel Mata | isabel.mata @hoteis-portugal.pt | 213 512 361 

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08 May 2018

Opinião: A hospitalidade é universal

A Hotelaria é, por natureza, um setor altruísta, posto que, para bem servir, o hospedeiro deve “vestir” a pele do hóspede, antecipando necessidades e procurando satisfazê-las com profissionalismo, entrega e gosto – sempre. Por outro lado, sendo um consumidor de recursos, é também um setor necessariamente comprometido com a preservação do meio ambiente e das comunidades onde se insere – só há Hotelaria quando há destino turístico. Por isso, se “sustentabilidade” e “responsabilidade social” tendem a ser buzzwords noutros setores, a verdade é que em Hotelaria são questões subjacentes à própria atividade. A prova? Esta história, que começa singela, e que foi crescendo para se tornar naquilo que o atual Presidente da Republica, Marcelo Rebelo de Sousa, que apadrinha a causa desde 2015, considerou verdadeiro motivo de orgulho nacional. No final de 2012, no pico da crise económica que fustigou o País, e que fechou as portas a muitos hotéis nossos associados, constatámos que as dificuldades que o setor atravessava eram bem menores do que as carências sentidas por grande parte da sociedade portuguesa. Por isso, sabendo que muitos hotéis associados vendiam os seus bens usados aquando de renovações periódica, lançámos uma campanha de doação de colchões usados a Instituições de solidariedade social, através da AHP, que centralizava o processo. A iniciativa teve uma enorme adesão, tanto a nível de doações de hotéis como de solicitações de instituições. No entanto percebemos que os colchões constituíam uma pequeníssima parte das necessidades manifestadas pelas instituições que inicialmente apoiámos, e que, em paralelo, muitos dos bens e equipamentos usados em Hotelaria eram passíveis de ser úteis noutros contextos. Estendemos, assim, o nosso desafio a outros âmbitos, e hoje é muito amplo o rol de donativos: mobiliário diverso, sofás e cadeiras, equipamentos de cozinha, equipamentos eletrónicos e industriais, roupa de cama e wc, tapetes e cortinas, palamenta, entre muitos outros. Paralelamente, os protocolos com IPSS multiplicaram-se, exigindo da AHP uma atividade cada vez mais intensa de monitorização de necessidades das instituições e procura de resposta cabal junto dos nossos associados.  E, de forma gradual, o projeto ganhou nova escala, transformando-se num verdadeiro Programa de Responsabilidade Social Corporativa, a que chamámos Programa Hospes. Em cinco anos de programa, conseguimos criar uma rede de apoio sólida e fiável, à escala nacional, que permitiu à AHP entregar mais de 48 mil bens de 89 hotéis associados a 50 instituições de ação social, como a União das Misericórdias Portuguesas, a quem doámos mais de 6.500 bens para equipar casas das vítimas dos incêndios que afetaram a Região Centro; ajudar a equipar o Centro de Apoio Temporário a Refugiados da CML; montar a sala de visitas do Instituto Português de Oncologia de Lisboa; apoiar a Direção Geral dos Serviços Prisionais – enfim, chegar a instituições de todo o país, de natureza e dimensão variáveis, estendendo a nossa ação a milhares de pessoas e famílias. Conseguimos, no fundo, uma dinâmica simples, assente no modelo de economia circular, que permite vários outputs interessantes: por um lado, promove a otimização de recursos da Hotelaria, um setor que, pela sua natureza, está obrigado a renovações periódicas de bens e equipamentos que, regra geral, se encontram em bom estado de conservação suscetíveis de outro tipo de utilização. Por outro, permite a reutilização desses mesmos bens já num contexto de economia solidária, disponibilizando bens de qualidade e durabilidade a instituições de ação social, cujos recursos são, como sabemos, escassos. Para a Associação da Hotelaria de Portugal é, por isso, um enorme orgulho saber que estamos a chegar mais longe e que conseguimos orientar a vocação individual dos nossos associados para um esforço conjunto que traz ao de cima aquilo que é, inequivocamente, o melhor do nosso país: a Hospitalidade.   Por Cristina Siza Vieira AHP – Associação da Hotelaria de Portugal Artigo publicado originalmente no site Onde Ir. Nota: Para saber mais sobre o Programa Hospes consulte www.hoteis-portugal.pt/a-associacao/responsabilidade-social-e-ambiental 

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08 May 2018

Campanha de combate ao estacionamento em 2ª fila junta Câmara de Lisboa, EMEL, ACP e Associações Sectoriais

A Câmara de Lisboa, a EMEL, a Polícia Municipal e a CARRIS vão lançar uma campanha de sensibilização e fiscalização de estacionamento indevido em segunda fila. Esta ação conta ainda com a participação do ACP – Automóvel Clube de Portugal e as associações de comércio, hotelaria, restauração e serviços e também de logística e distribuição, entre elas AHRESP, UACS, APIAM, PROBEB, AHP, CERVEJEIROS PORTUGAL e APED, num ato que demonstra empenho de todos na melhoria das condições de fluidez da cidade de Lisboa. O estacionamento em segunda fila é das principais causas de congestionamento de trânsito, sobretudo nas Horas de Ponta da Manhã e da Tarde, provocando muitos quilómetros de engarrafamento. Além de impactos ambientais negativos, esta situação provoca atrasos no abastecimento da cidade, bem com nos serviços. O estacionamento abusivo em segunda fila é também uma das causas de acidente e atropelamento, com particular impacto na tomada e largada de passageiros junto às escolas. A campanha “2ª fila não é opção”, desenvolvida entre a CML e a EMEL, é dirigida aos condutores e tem três mensagens distintas focadas nos profissionais da cadeia de distribuição (cargas e descargas), pais (tomada e largada de passageiros) e vizinhos. Ao longo das próximas semanas, serão distribuídos folhetos numa campanha porta-a-porta dirigida a comerciantes. Foi também criada uma página online (2filanaoeopcao.pt) onde será possível visualizar os quase 1500 lugares para carga e descargas em Lisboa e onde os profissionais poderão indicar novas necessidades ou sugerir alterações de localização, que serão posteriormente analisados pela autarquia. Será ainda feita uma sensibilização para que as cargas e descargas sejam feitas tão cedo quanto possível, de preferência antes da hora de ponta da manhã, altura onde o impacto destas atividades causam menor impacte na vida das centenas de milhares de pessoas que vivem a cidade durante o dia. Mupis, rádio, multibanco e redes sociais são outros dos suportes da campanha que se pretende colaborativa, através da partilha do hashtag #2filanaoeopcao. Em simultâneo, a fiscalização vai ser reforçada nas artérias onde se registam hoje maior incidência de segundas filas, , nomeadamente: Rua do Comércio , Praça do Comércio, Rossio / Baixa, Mercado da Ribeira / 24 de Julho, Av. 5 de Outubro, Av. Duque de Ávila (poente), Rua Braancamp, Rua Castilho, Av. Pedro Álvares Cabral, Rua Tomás Ribeiro, Largo Camões, Príncipe Real, Cais do Sodré, Av. Infante D. Henrique, Av. Defensores de Chaves, Arco do Cego, Av. Roma, Av. João XXI, Av. da Igreja, Rua de Arroios, Rua dos Bacalhoeiros, Rua de São Paulo (protecção CARRIS), Av. Almirante Reis, Av. de Berlim e Av. Casal Ribeiro. Existirá também maior atenção à utilização indevida dos lugares de cargas e descargas de modo a que estes se encontrem disponíveis para o fim a que se destinam. A fiscalização dos percursos da Carris continuará também a ser alvo de especial atenção ao longo das próximas semanas. O estacionamento indevido foi responsável em 2017 por 937 horas de paragem da CARRIS, tendo-se porém registado nos últimos meses significativas melhorias em particular nos corredores de elétricos, sinal de uma maior preocupação de todos com a ocupação indevida dessas vias.

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