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Press Releases

06 February 2014

AHP convida novo Presidente do Turismo de Portugal

“A palavra para 2014 é crescimento!”

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31 January 2014

PRINCIPAIS INDICADORES DA OPERAÇÃO HOTELEIRA CRESCEM EM NOVEMBRO DE 2013

DESTAQUE: Congressos médicos decisivos em Coimbra

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13 January 2014

AHP APLAUDE INICIATIVA PARLAMENTAR DE REDUÇÃO DAS COMISSÕES PAGAS PELOS CARTÕES DE CRÉDITO E DÉBITO

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) acolheu com grande satisfação a passagem à Comissão das Finanças da proposta do Partido Socialista para redução das comissões pagas pela utilização de cartões de débito e de crédito em transações realizadas em Portugal.A AHP tem estado a acompanhar de perto a evolução deste dossier, também a nível europeu, e é com total satisfação que vê agora uma proposta legislativa passar à discussão na Comissão das Finanças, disponibilizando-se para ser uma das entidades ouvidas na matéria.No inquérito recente feito à hotelaria nacional pela AHP sobre as taxas das comissões de débito e crédito cobradas pela Banca e pela Unicre, os resultados não poderiam ser mais esclarecedores quanto ao encargo suportado pelas unidades hoteleiras e que acaba por ser refletido no preço final ao consumidor. Na verdade, as taxas são muito superiores às praticadas na Europa, tanto para o débito como para o crédito. Para além disso, a hotelaria nacional e bem assim toda a atividade turística, pelo facto de disponibilizar um TPA ao cliente é também onerada por um conjunto significativo de despesas fixas e variáveis que lhes são impostas a título de instalação, manutenção e mera transação.Para o Presidente da AHP, Luís Veiga, “Todas as iniciativas neste domínio estão de acordo com a nossa perspetiva sobre o valor desmesuradamente elevado das comissões pagas pela utilização dos cartões de crédito e de débito em Portugal. É, por isso, com satisfação que acolhemos o desenvolvimento desta iniciativa parlamentar”.A hotelaria aguarda com expetativa a redução destas comissões em Portugal, das mais elevadas da Europa, para valores que já são praticados em operações transfronteiriças, idealmente com a fixação de taxas máximas de 0,2% para cartões de débito e de 0,3% para cartões de crédito.“Numa atividade económica de exportação, como a hotelaria, a redução deste tipo de taxas cobradas na prestação de um serviço vai permitir melhorar a nossa competitividade internacional”, declarou o responsável, rematando “Veja-se o caso de França que, por questões de competitividade, já está também a avançar com iniciativas similares, optando por não esperar pela conclusão do processo legislativo europeu.”  

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10 January 2014

RAIMON FRAILE DESVENDA SUCESSO DE 20 ANOS DO “TURISMO DE BARCELONA”

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) realizou no dia 7 de janeiro, o seu primeiro almoço mensal de 2014, com o orador convidado Raimon Martínez Fraile, que narrou o caso de sucesso de 20 anos do “Turismo de Barcelona”.Raimon Martínez Fraile foi fundador do “Turismo de Barcelona”, em 1993, secretário-geral de Turismo de Espanha, entre 2004-2007, e é atualmente Presidente do Salão de Turismo de Barcelona e consultor do Secretário-geral da Organização Mundial de Turismo.Durante a apresentação, que teve como tema “Presente e futuro de Barcelona: o papel-chave dos privados e das associações hoteleiras no sucesso do Turismo”, Raimon Martínez Fraile reforçou que o sucesso do caso do Turismo de Barcelona se deve fundamentalmente a uma aliança estratégica e permanente entre o setor público e privado, com a evolução de um modelo cofinanciado para um modelo financeiro autossuficiente.“Criar um destino turístico, exige escolher, selecionar o que temos como produto para vender, como vender e onde vender”, ensinou, “No caso de Barcelona foi fazer dela a cidade da cultura e das compras, alinhando os recursos disponíveis, desde logo os financeiros, para a promoção e para a venda nos mercados, em primeiro lugar no mercado interno e nos de proximidade”, rematou.“Se os hotéis não são o produto turístico, são claramente alicerces estruturantes, sem os quais, a par de outros serviços complementares como a animação turística, não existe destino turístico de sucesso”, sublinhou o perito convidado.Relativamente ao modelo do “Turismo de Barcelona”, Raimon Fraile recordou que “este nasceu de uma perceção aguda da necessidade de que só com uma articulação coesa entre públicos e privados se podia relançar Barcelona”. E ainda que “Foi preciso acordar e acudir a uma situação de evidente declínio da cidade que não aproveitara o élan dos Jogos Olímpicos e estava a entrar em decadência turística”. Assim esta entidade começou por ser uma parceria entre a Câmara Municipal e a Câmara de Comércio, que depois se “empresariou”, vendendo serviços e completando a oferta, por exemplo, inventando o Bus Turístico, capazes de gerar receitas que suportem o funcionamento da entidade. Luís Veiga, presidente da AHP, sublinhou a importância de escutarmos as boas práticas e os casos de sucesso nas parcerias entre públicos e privados na construção de destinos turísticos e promoção de produtos turísticos “mais ainda quando hoje se discute em Portugal um modelo de promoção que envolva institucional e operacionalmente os privados, estando em cima da mesa a criação de uma “Agência Nacional de Promoção Turística”. “Em Barcelona”, disse, “sabe-se há muito que a chave do sucesso reside no permanente compromisso entre setores económicos privados e o setor público”.“Infelizmente” concluiu, “também Raimon Fraile sublinhou que muitos dos responsáveis políticos, não pensam, nem agem, tendo como princípio a constatação de que o turismo é a coluna vertebral da nossa economia”.

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