MENU

LOGIN

Notícias

29 May 2018

Madeira regista quebra na ocupação hoteleira

De acordo com o AHP Tourism Monitors, ferramenta exclusiva de recolha de dados da hotelaria nacional trabalhados mensalmente pela AHP - Associação da Hotelaria de Portugal, no mês de março de 2018, a Madeira foi um dos destinos que registou uma acentuada quebra no que respeita à ocupação hoteleira.     Os dados revelam que a hotelaria da Madeira apresentou uma taxa de ocupação quarto de 79%, menos 4,4 p.p. face a março de 2017. O preço médio por quarto ocupado e o RevPar evidenciaram crescimentos de 13% e 7%, respetivamente.     Ao nível nacional, os hotéis portugueses registaram um crescimento tanto no ARR (preço médio por quarto ocupado) como no Rev- PAR (preço médio por quarto disponível), com a Costa Azul. Alentejo e Beiras a surpreenderem com o crescimento expressivo da TO e Madeira e Algarve com quebra acentuada neste indicador.     Os dados indicam que, em março deste ano, a taxa de ocupação quarto em Portugal cresceu 0,5 p.p., em comparação com março de 2017, atingindo os 65%. Por destinos turísticos, em variação homóloga, Costa Azul foi o que registou o maior crescimento (mais 12,6 p.p.). seguido das Beiras (mais 9.3 p.p.) e do Alentejo (mais 6,1 p.p.). De destacar também a quebra dos destinos Leiria/Fátima/Templários (menos 6,6 p.p.), Madeira (menos 4,4 p.p.), Açores (menos 4 p.p.) e Algarve (menos 2.2 p.p.).     O ARR (preço médio por quarto ocupado) fixou-se nos 78 euros. mais 16% do que em igual período do ano passado. Lisboa foi o destino que registou a melhor performance (101€), seguido do Grande Porto (80€) e da Madeira (74€). In Jornal da Madeira

Ler mais
thumbnail
29 May 2018

AHP: “Turismo sustentável e a prospeção de petróleo não são compatíveis”

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) condena a decisão de avançar com prospecção de petróleo em Aljezur. Em comunicado, a associação considera que “a simples associação da marca “Portugal” e “Algarve” a uma indústria poluidora como a exploração de petróleo será muito negativa para o Turismo”.     A decisão de se avançar agora, sem um estudo de Impacto Ambiental, é “claramente nociva”, defende a AHP, uma vez que a “simples prospecção é susceptível de gerar impactos negativos, seja sobre a fauna e a flora, seja do ponto de vista económico-social, porque afecta a imagem do destino e as comunidades residentes que têm no mar uma importante fonte de rendimento”.     Para Raul Martins, presidente da AHP, “o turismo sustentável e a prospecção de petróleo não são compatíveis, pelo que esta situação só irá prejudicar o maior sector exportador do país e que contribui de forma significativa para a economia nacional. Já para não falar da imagem que passa de Portugal, melhor destino do mundo, associado a uma indústria tão poluidora como esta. Há que definir prioridades.” in Publituris

Ler mais
28 May 2018

Cliente norte-americano "é muito exigente e temos que estar preparados para este desafio"

A companhia de transporte aéreo Delta Air Lines inaugura hoje a sua operação nos Açores, dando início a uma ligação de cinco voos semanais sem, escalas, entre Ponta Delgada e Nova Iorque-JFK, nos Estados Unidos da América.     A operação traduz-se na vinda de mais visitantes norte-americanos para a região. Para o representante da Associação de Hotelaria de Portugal nos Açores, trata-se de uma "situação positiva que é aguardada com grande expectativa", mas alerta para a exigência dos turistas norte-americanos.     "Os Estados Unidos são um mercado bastante importante para os Açores.     Nós estamos aqui, a meio caminho entre a América e a Europa. Somos a 'entrada' para a Europa e isso é importante", destacou, em declarações ao Diário dos Açores.     "Temos conhecimento de que o turista norte-americano é um cliente com um elevado grau de exigência, mas isso será um factor para que nos preparemos para dar uma resposta positiva. Temos que estar preparados para este desafio", acrescentou.     Segundo Fernando Neves, "os turistas virão da zona de Nova Iorque e muitos deles serão pessoas que já estão habituadas a viajar e têm uma elevada exigência ao nível da qualificação do serviço que lhes é prestado".     O responsável salientou, neste sentido, a necessidade de "qualificar" os serviços, não só na hotelaria, como também em áreas como a restauração e a animação turística. "Há um esforço conjunto a fazer para que a nossa oferta seja de qualidade", destacou.     "Neste momento, a procura pelos Açores está a crescer por vários factores e estamos a beneficiar do aparecimento das transportadoras 'low-cost' cá na região e da diminuição da procura por outros destinos por questões de segurança", referiu ainda Fernando Neves, apontando que "há toda uma conjuntura favorável".     "Mas essa procura conjuntural tem de passar a ser consolidada. Temos que ter uma oferta consolidada para que possamos concorrer com outros destinos", alertou, acrescentando a necessidade de "qualificar e valorizar" a oferta a nível turístico. "Temos que continuar a mostrar os Açores como algo único e diferente", frisou.     Número de camas "não acompanha" procura     Em relação à ocupação na hotelaria açoriana prevista para este Verão, Fernando Neves destacou que as expectativas são positivas, à semelhança do que tem acontecido nos últimos dois anos. "Prevê-se uma procura bastante elevada e algum crescimento em relação aos anos anteriores. A nível de reservas, está a correr bem", avançou ao nosso jornal.     O responsável admitiu que a oferta ao nível do número de camas disponíveis "não tem acompanhado" o aumento da procura dos turistas pelos Açores na época do verão, mas deixou um alerta: "não podemos esquecer que um hotel está aberto todo o ano e as margens de ocupação continuam muito baixas. É preciso que a distribuição desta procura seja reflectida por todo o ano e não apenas no verão".     O representante nos Açores da AHP apontou, neste sentido, para a necessidade de se reduzir a sazonalidade.     "Quando aumentamos as camas no verão, estamos a fazer com que no inverno haja mais camas vazias. Por isso é importante que haja algum equilíbrio", concluiu.     Recorde-se que, à rota que a Delta inaugura hoje para os Açores, junta-se um novo voo directo diário entre Lisboa e Atlanta, EUA. Estas novas rotas foram anunciadas no final do ano passado e criadas com o intuito de intensificar a oferta de viagens entre os EUA e Portugal. Complementam o já existente voo diário entre o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, e o Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova Iorque – lançado no verão de 2017 e tomado no passado dia 3 de Maio, desde então com um serviço durante todo o ano.     Quebras de ocupação em Março nos hotéis dos Açores     A Associação de Hotelaria de Portugal divulgou esta semana dados do seu barómetro que indicam que os Açores estão entre as quatro regiões portuguesas que sofreram quebras de ocupação da hotelaria no mês de Março, ainda que, este ano, Março tenha sido melhor que em 2017, pois foi o mês da Páscoa, que no ano passado foi em Abril.     Um comunicado da AHP sobre o seu AHP Tourism Monitors aponta que em Março a taxa média de ocupação dos hotéis em Portugal subiu 0,5 pontos, para 65%, apesar de se terem registado quedas nos destinos Leiria - Fátima - Templários (-6,6 pontos, para 35%), Madeira (-4,4 pontos, para 79%), Açores (-4 pontos, para 56%) e Algarve (-2,2 pontos, para 55%).     Neste mesmo comunicado, a Presidente Executiva da AHP, Cristina Siza Vieira, refere que a ocupação hoteleira nos Açores "está em queda desde o início de 2018" e assinala aspectos como os "mais de 50 voos cancelados em Março" na Madeira, bem como a "quebra de hóspedes de mercados como o alemão e o inglês em razão da redução de voos entre destinos (recorde-se a insolvência de algumas companhias aéreas)".     Sobre o decréscimo na hotelaria do Algarve diz que "muito provavelmente [foi] por força do mau tempo que se fez sentir durante este mês", acrescentando que "em Portugal continental, segundo dados do IPMA, este foi o 2º Março mais chuvoso desde 1931 e o mais frio dos últimos 18 anos".     A nota da AHP avança que apesar da evolução menos favorável da taxa de ocupação, Março foi mais um mês de ganhos de rentabilidade do sector medida pela RevPAR (receita média de quartos por quarto disponível), que subiu 17%, para 51 euros, impulsionada por um aumento do preço médio das diárias em 16%, para 78 euros.     No Algarve, maior região turística portuguesa, apesar do decréscimo da taxa de ocupação, o barómetro da AHP indica um aumento da RevPAR em 10%, com +15% no preço médio das diárias, para 59 euros.     SEF reforça inspectores nos aeroportos dos Açores     O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) ordenou o reforço dos aeroportos do continente, Madeira e Açores, com mais inspectores, devido ao incremento de turismo esperado para o chamado Verão IATA (termo pelo qual são conhecidas as alterações de horário dos voos, causadas pela mudança de hora no período de verão). Segundo apurou o jornal Correio da Manhã, o SEF confirmou o "aumento de passageiros nos aeroportos na época de verão", acrescentando estar a realizar "o necessário ajustamento em função das necessidades do controlo de fronteira".     O plano de reforço será implementado entre 1 de Junho e 30 de Setembro.  

Ler mais
24 May 2018

Petróleo: Hoteleiros condenam avanço da prospeção ao largo de Aljezur

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) condenou hoje a decisão de avançar com prospeção de petróleo na costa alentejana, ao largo de Aljezur, por estar em causa uma "indústria poluidora" que prejudicará o turismo. Em comunicado, a AHP lembrou a posição afirmada desde 2016, quando surgiram as primeiras notícias sobre a pesquisa e prospeção de petróleo, de que a "simples associação da marca "Portugal" e "Algarve" a uma indústria poluidora como a exploração de petróleo será muito negativa para o turismo". A associação referiu que a recente decisão de se avançar, sem uma Avaliação de Impacte Ambiental, "é claramente nociva, uma vez que a "simples" prospeção é suscetível de gerar impactos negativos" na fauna e na flora, além de afetar a "imagem do destino e as comunidades residentes que têm no mar uma importante fonte de rendimento". Em 16 de maio, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) decidiu dispensar o furo de pesquisa de petróleo do consórcio Eni/Galp, ao largo de Aljezur, de Avaliação de Impacte Ambiental, refrindo que "não foram identificados impactos negativos significativos" na realização do furo de prospeção petrolífera. O presidente da AHP, Raul Martins, defendeu que "o turismo sustentável e a prospeção de petróleo não são compatíveis. Já para não falar da imagem que passa de Portugal, melhor destino do mundo, associado a uma indústria tão poluidora como esta. Há que definir prioridades", acrescentou no comunicado. Entretanto, o consórcio Eni/Galp avançou que vai desenvolver atividades de planeamento para iniciar a pesquisa de petróleo dentro das condições estabelecidas pela APA.   in Diário de Notícias, via Lusa

Ler mais
A exibir 5-8 de 46 itens.