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Notícias

24 May 2018

Petróleo: Hoteleiros condenam avanço da prospeção ao largo de Aljezur

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) condenou hoje a decisão de avançar com prospeção de petróleo na costa alentejana, ao largo de Aljezur, por estar em causa uma "indústria poluidora" que prejudicará o turismo. Em comunicado, a AHP lembrou a posição afirmada desde 2016, quando surgiram as primeiras notícias sobre a pesquisa e prospeção de petróleo, de que a "simples associação da marca "Portugal" e "Algarve" a uma indústria poluidora como a exploração de petróleo será muito negativa para o turismo". A associação referiu que a recente decisão de se avançar, sem uma Avaliação de Impacte Ambiental, "é claramente nociva, uma vez que a "simples" prospeção é suscetível de gerar impactos negativos" na fauna e na flora, além de afetar a "imagem do destino e as comunidades residentes que têm no mar uma importante fonte de rendimento". Em 16 de maio, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) decidiu dispensar o furo de pesquisa de petróleo do consórcio Eni/Galp, ao largo de Aljezur, de Avaliação de Impacte Ambiental, refrindo que "não foram identificados impactos negativos significativos" na realização do furo de prospeção petrolífera. O presidente da AHP, Raul Martins, defendeu que "o turismo sustentável e a prospeção de petróleo não são compatíveis. Já para não falar da imagem que passa de Portugal, melhor destino do mundo, associado a uma indústria tão poluidora como esta. Há que definir prioridades", acrescentou no comunicado. Entretanto, o consórcio Eni/Galp avançou que vai desenvolver atividades de planeamento para iniciar a pesquisa de petróleo dentro das condições estabelecidas pela APA.   in Diário de Notícias, via Lusa

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23 May 2018

Hotéis portugueses com preços por quarto mais elevados em março

A hotelaria portuguesa teve em março um aumento do preço médio por quarto ocupado e disponível, com a Costa Azul, Alentejo e Beiras “a surpreenderem” pelo “crescimento expressivo” da taxa de ocupação e a Madeira e Algarve pela “quebra acentuada”.     Segundo revela hoje o AHP Tourism Monitors, uma ferramenta de recolha de dados desenvolvida pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), março foi um “mês assimétrico” na hotelaria nacional, tendo a taxa de ocupação quarto crescido 0,5 pontos percentuais (p.p.) face ao período homólogo, atingindo os 65%.     Por destinos turísticos, a Costa Azul foi o que registou o maior crescimento (+12,6 p.p.), seguido das Beiras (+9,3 p.p.) e do Alentejo (+6,1 p.p.). De destacar também a quebra dos destinos Leiria/Fátima/Templários (-6,6 p.p.), Madeira (-4,4 p.p.), Açores (-4 p.p.) e Algarve (-2,2 p.p.).     O preço médio por quarto ocupado (ARR) fixou-se em março nos 78 euros, mais 16% do que no mesmo mês do ano passado, destacando-se Lisboa com a melhor performance (101 euros), seguido do Grande Porto (80 euros) e da Madeira (74 euros).     O preço médio por quarto disponível (RevPAR) fixou-se nos 51 euros, registando um aumento homólogo de 17%, sendo que entre os vários destinos turísticos os crescimentos mais fortes registaram-se nas Beiras (52%), na Costa Azul (45%) e no Alentejo (36%).     Quer no ARR, quer no RevPAR, a categoria de quatro estrelas foi a que registou um crescimento mais expressivo, com aumentos de 17% e 20%, respetivamente.     Segundo a presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal, Cristina Siza Vieira, “apesar de este ano se ter realizado no final do mês, a Páscoa impactou claramente os resultados de março”, tendo sido “mais evidente na taxa de ocupação de alguns destinos turísticos, o que acabou por se refletir no RevPAR”.     No que diz respeito à taxa de ocupação, a responsável assinala ainda os resultados negativos dos destinos Leiria/Fátima/Templários (que vinha a crescer há mais de um ano), Madeira (afetada pelos mais de 50 voos cancelados em março e pela quebra de hóspedes dos mercados alemão e inglês devido à redução de voos motivada pela insolvência de algumas companhias aéreas), Açores (em queda desde o início de 2018), e Algarve (“muito provavelmente por força do mau tempo” em março). in Dinheiro Vivo, via Lusa

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17 May 2018

AHP apresenta CLICK2PORTUGAL

A Associação da Hotelaria de Portugal – AHP apresentou esta quarta-feira, 16 de Maio, a plataforma CLICK2PORTUGAL , um agregador de hotéis que permite a reserva directa e que visa capacitar e elevar o posicionamento digital da hotelaria nacional , aumentando a sua competitividade e promovendo a sua internacionalização. A plataforma, desenvolvida pela GuestCentric , estará online no último trimestre, com a AHP a perspectivar a presença de 400 hotéis, entre os quais alguns dos principais grupos portugueses.   A CLICK2PORTUGAL é uma plataforma de adesão gratuita aberta a todos os empreendimentos turísticos presentes no mercado português, associados ou não da AHP, que permite às unidades reforçar a sua presença digital; funciona como motor de reservas aos hotéis que ainda não o disponibilizam; e actua com meio complementar de reserva que funciona “como uma extensão do próprio” canal do hotel, permitindo a integração com o Channel Manager sem custos associados.     Este motor de reservas vai estar integrado no site de promoção do Turismo de Portugal , www.visitportugal.pt , permitindo o acesso directo dos visitantes às reservas hoteleiras. As reservas podem ser feitas na plataforma ou no site do hotel, mas a transacção é sempre feita directamente no canal próprio da unidade.     A presença na CLICK2PORTUGAL, que funciona em sistema random (aleatório, apenas usando os requisitos seleccionados   pelo visitantes da página) , inclui um vídeo do hotel, fotografias de alta qualidade, traduções em quatro idiomas (correspondentes aos principais emissores para Portugal – inglês, francês, espanhol e alemão), informações sobre os pontos de interesse selecionados pelos hotéis e o sistema de rating da ReviewPro , que agrega as avaliações de 175 sites.     O pacote de adesão é gratuito e inclui as traduções e pontos de interesse. As fotografias e vídeos são mandatórias, mas todos os conteúdos serão fornecidos pelo próprio hotel. Caso não tenham os conteúdos de imagem necessários ou estes não tenham a qualidade exigida, a AHP estabeleceu contratos com fornecedores de confiança para que estes serviços sejam assegurados a preços competitivos (o serviço de fotografias está disponível a partir de 80 euros e o de vídeo a partir de 250 euros, valores sem IVA).   A descrição das unidades será fornecida pelas marcas hoteleiras e revista pela AHP de forma a estar disponível de acordo com as melhores práticas da presença online, nomeadamente orientado ao SEO. Todos os conteúdos, quer de escrita, quer de imagem, serão da propriedade do hotel, pelo que poderão ser usados pelos próprios noutros meios e canais de comunicação.     “O CLICK2PORTUGAL é um projecto estratégico para a Hotelaria nacional”, referiu o presidente da AHP, Raul Martins, explicando que “o objectivo primeiro é abranger a maior parte da oferta hoteleira e de alojamento colectivo em Portugal”. “O digital é o presente e o futuro e quem não está online, não está no mundo”, concluiu o responsável.     Por sua vez, Cristina Siza Vieira, directora-executiva da associação, salientou a necessidade da capacitação digital da hotelaria nacional e ressalvou que esta iniciativa “beneficia todos e cada um” e que “a forma como se está online é decisiva”.   Questionada sobre a presença de outro tipo de empreendimentos na plataforma, a responsável referiu que as unidades de Alojamento Local colectivo poderão estar presentes no futuro:  “Não há razão para que não entrem, mas os requisitos são diferentes. Tenho camas e quartos, o Turismo de Portugal têm de ajudar na definição”, disse Cristina Siza Vieira, acrescentando que “os hostels não são empreendimentos turísticos, mas são uma parte importante da oferta e consideramos que poderá vir a ser possível integrar a ‘plataforma’ na dependência de Turismo de Portugal e  politicamente  se considerar como é que isto é gerível”.     “Os quartos isolados não entram, poderão entrar hostels, é uma questão de coerência, pois a AHP propôs e defende que os hostels e blocos de apartamentos devem migrar para o léxico dos empreendimentos turísticos, pois são um produto consistente e turístico”, frisou a responsável. in Publituris Hotelaria, por Patrícia Afonso

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17 May 2018

Click2Portugal desafia hoteleiros a entrar na economia digital

Com a plataforma concluída,, a AHP procura agora captar a atenção dos hoteleiros que ainda não tem presença digital sensibilizando-os para as vantagens em termos competitivos e de rentabilidade, entre outras mais-valias, de uma reserva direta. Assumindo-se como a maior iniciativa conjunta de posicionamento e venda da hotelaria portuguesa, a plataforma Click2Portugal está quase a chegar ao mercado, e segundo a sua promotora, a AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, foi concebida para aumentar a competitividade da oferta hoteleira nacional, promovendo a sua internacionalização. Considerando que este é um projeto estratégico, o presidente da AHP, Raul Martins, sublinhou, num encontro com jornalistas, em Lisboa, o objetivo primeiro “é abranger a maior parte da oferta hoteleira e de alojamento coletivo em Portugal”, atendendo a assim a uma realidade digital que não dá margem de manobra: “o digital é o presente e o futuro e quem não está online, não está no mundo”, reforçou ainda o responsável. Agora que já obteve “luz verde” do Turismo de Portugal para ter um botão de acesso a esta plataforma na página “Visit Portugal”, como anunciou Cristina Siza Vieira, presidente executiva da direção da AHP, assegurando que o processo está na reta final e tudo indica que estará operacional no quarto trimestre deste ano. Esta ferramenta agregadora da oferta pretende assim proporcionar um reforço da visibilidade online dos hotéis nacionais, disponibilizando ao futuro hóspede a escolha que os agregadores permitem, com as vantagens e confiança proporcionada por uma reserva direta. Tratas-se de projeto, 100% nacional, aberto a todas unidades hoteleiras, para além dos cerca de 700 associados da AHP, cofinanciado pelo Programa Operacional Competitividade e Internacionalização. Ao Jornal Económico, Cristina Siza Vieira, esclareceu que a candidatura aos fundos comunitários alcançou um financiamento de pouco mais de 1 milhão de euros, contemplando as diversas áreas do processo, inclusive de Recursos Humanos, tendo já sido concretizada a contratação de três colaboradores que estão afetos ao desenvolvimento desta nova oferta. importa ainda reter que o motor de reservas foi desenvolvido pela Guestcentric, e é já utilizado por muitos estabelecimentos hoteleiros, e permite a integração com outros sistemas, sem custos acrescidos. A plataforma inclui ainda a classificação dos hotéis através de um sistema de ‘rating’ da ReviewPro, que agrega as avaliações de 175 websites. Depois de uma primeira fase com alguns hotéis piloto, a AHP iniciou recentemente o processo de angariação a nível nacional, contando já com mais de uma centena de adesões, desde grandes grupos nacionais a hotéis independentes, em que 1/4 não é associado da AHP. Segundo Cristina Siza Vieira, no momento de abrir portas aos hoteleiros, o ideal seria poder contar com cerca de 400 inscrições. Adesão totalmente gratuita Aberto a associados e não associados, desde que sejam estabelecimentos hoteleiros (empreendimentos turísticos), razão pela qual não está ainda esclarecida a possível inclusão dos hostels), o Click2Portugal irá disponibilizar aos hotéis aderentes um vídeo do hotel com imagens aéreas, tanto da unidade como do destino; fotografias de alta qualidade; traduções em quatro idiomas (inglês, francês, espanhol e alemão); e informação sobre pontos de interesse selecionados pelo hotéis. Todas estas funcionalidades poderão ser utilizadas no website próprio do hotel. Apenas as fotografias e os videos terão um custo, “altamente competitivo, assegura a AHP”: começam nos 250 euros (mais IVA) no caso dos videos e nos 80 euros (mais IVA) para as fotografias. Ainda quanto a vantagens, para os hoteleiros, estendem-se ainda à possibilidade, para as unidades que não têm motor de reservas próprio, puderem passar a dispor desta ferramenta de vendas ao aderir. Para os restantes, constitui um meio complementar de reservas que funciona como extensão do canal próprio do hotel, que pode ser integrado com o Channel Manager, não representando um esforço de gestão de um canal adicional Para o consumidor, passam essencialmente por poder reservar numa plataforma que agrega a oferta hoteleira nacional, de forma simples, rápida e segura. Tem as vantagens de uma reserva direta, com o melhor preço garantido e vantagens exclusivas, para além da possibilidade de escolha por tipo de experiência. in Jornal Económico, por Sónia Bexiga

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