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AHP contra a proposta do

A AHP está “frontalmente contra” a proposta do aumento do IVA na hotelaria recomendado esta terça-feira, 14 de Maio, pela OCDE no relatório “Portugal: reformar o Estado para promover o crescimento”, que considera haver “margem para agravar os impostos sobre o consumo, transferindo mais bens e serviços das taxas reduzidas de 6% e 13% para a 23%, entre eles o alojamento turístico”.

Luís Veiga, presidente da AHP, afirma que: “Trata-se de uma tentativa de retirar competitividade ao nosso turismo, sector exportador por excelência, tanto mais vital quanto o contexto recessivo em que nos encontramos dele nos torna dependentes. De resto, a concorrência genérica entre países que têm o turismo como uma das sua principais estratégias de desenvolvimento, como é o nosso caso, e a reafirmação da marca Portugal e da renovação de toda a promoção internacional em que o actual Secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, envolveu todos os privados, torna ainda mais suspeita a “recomendação” da OCDE”. O responsável acrescenta: “Os argumentos falsos, primários, despudorados e populistas que são utilizados para justificar essa triste proposta mais nos humilham e vexam os empresários e os trabalhadores da hotelaria”.

Segundo Luís Veiga, “a taxa efectiva do IVA da hotelaria é neste momento de cerca de 12%, dado que uma fatia significativa do negócio liquida IVA a 23%, ou seja, todas as comidas e bebidas e outras, sendo assim superior à de Espanha e Itália que é de 10%. A Irlanda ainda mais baixo, com 9%!”.

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